O Kindle Unlimited é o programa de assinatura de livros da Amazon queridinho dos leitores. A vantagem é que, por um baixo custo mensal, você pode pegar emprestados milhares de e-books no seu dispositivo Kindle e também através do aplicativo Kindle no celular, tablet ou PC. Eles ficarão disponíveis para você enquanto durar a sua assinatura. Mas em meio a um acervo tão grande de livros pode ficar difícil escolher qual vale a pena iniciar a leitura, e por isso resolvi montar esse post com as minhas principais indicações do que ler no Kindle Unlimited!
É com muito pesar que escrevo esta resenha logo após o falecimento do autor Carlos Ruiz Zafón. Acordei na manhã do dia 19 de junho de 2020 dando de cara com a notícia dessa perda imensa para o meio literário. Zafón vinha lutando contra o câncer há alguns anos, e sua morte foi prematura: ele tinha apenas 55 anos de idade. Dói pensar nessa perda e no que ele ainda poderia produzir, já que suas obras vêm ganhando o devido destaque nos últimos anos e ele com certeza ainda tinha bastante a oferecer. Mas é preciso aceitar a efemeridade da vida... E como homenagem ao autor, vim aqui finalmente resenhar a sua obra mais famosa, que tive a chance de ler apenas algumas semanas atrás.
Demorei bastante a escrever essa resenha, mas cá estou. Li Me chame pelo seu nome no início desse ano, e estava planejando essa leitura já há algum tempo pois estava curiosa após ver tantas resenhas positivas do livro. Ganhei este exemplar de presente de aniversário no ano passado e desde então ele ficou aguardando na estante até finalmente ser lido.
Quando me perguntam como eu comecei a publicar resenhas eu nunca sei muito bem como responder. Talvez tenha sido por influência de alguns blogs literários que eu acompanhava na época, como o da Melina Souza, e talvez por vontade de compartilhar em algum lugar sobre o que eu estava lendo. Se você voltar nas resenhas mais antigas do blog vai perceber que elas eram bem curtas e simples, e que foram mudando com o passar do tempo. O motivo principal está no fato de eu ter cursado uma graduação, que exigia a escrita de muitas resenhas críticas e me fizeram aprimorar essa habilidade.
Vez ou outra um livro me faz pensar "caramba, eu devia ter lido isso antes"! Foi esse o caso de Anne de Green Gables. Comprei essa edição em 2018, e por alguma razão inexplicável fiquei adiando a leitura por meses, sempre dizendo que em breve iria ler. Daí rolou a leitura conjunta do @preconceitoliterario e eu resolvi finalmente tirar a poeira do livro. Foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado naquela semana de quarentena!
O que me inspirou a escrever esse post foi o Twitter. Eu estava lá, perambulando na rede social em uma noite de insônia, quando me deparei com a tag "Rainbow Rowell Racista". Na hora já fiquei tensa, por que sempre elogiei muito os livros da autora, e fui sendo levada de tweet a tweet até este post aqui, do blog Sentimento de Leitor. Foi aí que eu me dei conta de que eu não me lembrava de nenhum dos trechos de Eleanor & Park citados na matéria.