Resenha: Um defeito de cor (Ana Maria Gonçalves)

Ler "Um defeito de cor" foi uma jornada e tanto. Já tinha ouvido falar nele, mas conheci a obra mais profundamente em 2023, quando cursava uma disciplina isolada no mestrado de sociologia da UFPE, focada no pós-colonial. De lá para cá, muita coisa aconteceu: ingressei no mestrado da Fundaj, em que pesquisei decolonialidade e me formei mestra em sociologia esse ano. E só agora, nesta semana, finalmente fechei este livro.
 

Crítica: O Convite

Em 2019, a atriz Olivia Wilde lançava seu primeiro filme, Booksmart, longa que acompanha duas amigas frustradas pela falta de experiências em festas e de uma vida social ativa durante o último ano do ensino médio. O filme se destacou pelo humor ácido, que remete ao besteirol Superbad, e pelo drama de amadurecimento que explora os efeitos de uma adolescência tardia. Em O Convite, dirigido por Olivia Wilde, Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) são um casal preso à rotina. O relacionamento está à beira do colapso, mas as coisas podem mudar quando eles convidam casualmente os vizinhos Hawk (Edward Norton) e Piña (Penélope Cruz) para jantar.

Resenha: Como arruinar um casamento (Alison Espach)

Eu comecei a ouvir Como arruinar um casamento no ano passado, logo após assinar o Audible, buscando algo leve, sabe? Aquele "romancezinho" para relaxar nos ônibus de volta para casa. O título, que parece saído de um filme da sessão da tarde, sugere uma comédia romântica descompromissada, mas o que encontrei foi uma obra densa, profunda e absurdamente real sobre ser um adulto em crise.

Crítica: A Odisseia

A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Troia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe.

Crítica — A morte do demônio: em chamas

Olá pessoal, aqui é o Kalil, novo colunista de cinema do Janela Literária. Sou estudante de Cinema e Audiovisual na UFPE e desde criança sou apaixonado por filmes. Comecei minha cinefilia com os filmes do Homem-Aranha do Sam Raimi e desde então venho explorando diversos tipos de cinemas. Meu diretor favorito é o Hong Sang-Soo, adoro todos os gêneros cinematográficos, especialmente romance e ação. Escrevo desde 2020 para o meu perfil do Letterboxd, e estou muito empolgado para iniciar um novo capítulo como crítico no Janela Literária!